sábado, 17 de julho de 2010

About me, breaking rules.



Tenho tido tanta preguiça de escrever, receio de pensar em tudo que acontece, repugnância dessa desconfiaça alterada que o mundo cobra termos de todos a nossa volta. Eu queria ser transparente o bastante pra pessoas que se aproximam de mim vejam com quem estão lidando, com que tipo espécie limitada e audaciosa, entre as quais vivem nesse planeta, querem conviver. Eu cansei dessa eterna satisfação absurda que se tem de dá aos outros, cansei de não poder me retrair, de não poder me readaptar e ter que me encaixar em conceitos que não são meus. Falta coerência? Se você quer achar coerência, procure-a em si mesmo. Eu não escrevo pra ser a mais lida , talvez até pra que me entendam (lê-se impossível). Escrevo realmente pra ficar de frente com o que eu quero dizer, com o que eu quero saber sobre mim, com o que eu às vezes quero dizer sobre mim. Por isso escrevo pouco, pq não costumo quebrar minhas próprias regras:
1ª Não me importo com o que NINGUÉM fala ou pensa sobre mim;
2ª Não me importo com o que NINGUÉM fala ou pensa sobre mim;
3ª Não costumo falar sobre mim;
4ª Mudo de opinião rápido por algum motivo estratégico;
5ª Não importa o que eu faça, sempre tem um motivo cabível. Cabível a mim, claro.

E quem leu Ângela Gutierréz irá me entender quando digo que esse leite com nescau nunca foi tão delicioso. Longe de comparações rigorosas é claro. É que no labor da luta vale repensar o porquê de fazer cada coisa.
Eu sou como as coisas, não importa o quanto você se pergunte por que as elas acontecem, coisas simplesmente acontem sem importarem com o que você realmente quer. Que monte de bobagem, se eu fosse você eu parava por aqui HAHA. Porque eu também estou parando.
Agora vou me entregar aos prazeres clássicos e aos desígnios eternos com a intenção de apenas viver sem maiores perdas ao sabor dos medos e das superações. Nada que uma limpeza de pele um banho gelado nesse calor não resolvam.

Beijos, docinhos.

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